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DIA DAS CRIANÇAS 2011



25/11/2013
http://melhorcomsaude.com/dicas-limpar-figado-naturalmente/

Dicas para limpar o fígado naturalmente

Dicas para limpar o fígado naturalmente
A principal função do fígado é filtrar as toxinas da corrente sanguínea para limpa-lo de substâncias nocivas que podem causar problemas ao organismo. Por isso, é considerado um dos órgãos mais importantes do corpo e devemos ter muita atenção com o mesmo, para apresentarmos sempre uma boa saúde.

Porém, para alcançar esse objetivo devemos considerar algumas dicas que nos ajudarão muito.
 Reduzir ao mínimo o consumo de água e cafeína

Beautiful lady drinking coffee
É recomendável evitar o consumo de café e produtos com cafeína se possível.

Reduzir o consumo dessas substâncias pode liberar o fígado de muitas toxinas e outras substâncias que afetam o bom desempenho do órgão; seria uma boa ideia substituir tanto as bebidas alcoólicas quanto o café e outras que contenham cafeína por água, isso permitiria que o fígado se regenerasse e tivesse um desempenho mais adequado.

Beber água o suficiente


Beautiful lady drinking coffee
O ideal é tomar de 6 a 8 copos de água diariamente.

Uma forma muito fácil de desintoxicar o fígado é tomar alguns litros de água por dia, dessa forma o órgão permanecerá bem hidratado, o que permitirá a regeneração muscular. Da mesma maneira, será mais simples ao fígado filtrar uma maior quantidade de substâncias nocivas se consumirmos a quantidade de água adequada.

Inclua limão em sua dieta


Inclua o limão regularmente em sua dieta.
Inclua o limão regularmente em sua dieta.

Consumir o suco de limão com frequência ajuda na regeneração e produção de bile, o que consequentemente ajudará na eliminação de substâncias tóxicas do organismo. Não descarte a opção de tomar pelo menos meio copo de água desse suco todos os dias.

Chá verde


O chá verde se converteu em uma das bebidas mais populares do mundo.
O chá verde se converteu em uma das bebidas mais populares do mundo.

O chá verde é rico em compostos anti-cancerígenos chamados catequinas, também é um antioxidante natural e estimula as funções do fígado para libera-lo do excesso de gorduras. Por isso, é uma planta que pode ajudar de maneira muito eficaz a limpar esse importante órgão.

Batidas de frutas em abundancia


Aproveite as frutas vermelhas para realizar batidas, ou vitaminas, além de ficarem deliciosas te ajudarão a fortalecer sua saúde.
Aproveite as frutas vermelhas para realizar batidas, ou vitaminas, além de ficarem deliciosas te ajudarão a fortalecer sua saúde.

Ao consumir batidas de morango, amora, mirtilo e framboesa,reduzimos o risco de sofrermos de doenças no fígado como a cirrose e a hepatite A, B ou C, visto que essas frutas contém ácidos benéficos que ajudam a diminuir os níveis de açúcar no sangue e por essa razão, diminuem a quantidade de gordura presente no fígado, permitindo seu bom desempenho.

Mais ideais para limpar o fígado


Outra maneira simples de fazer com que o fígado tenha um desempenho correto e não apresente problemas, é comer alhoem todas as refeições; essa não é uma tarefa difícil, visto que o alho é um excelente tempero, que oferecerá muito sabor à comida. Ainda assim, também é recomendado incluir o abacate e a cúrcuma em suas refeições, já que contém compostos como a alicina e o selênio, que protegem o fígado das sobrecargas de toxinas.

Conclusão…


Desintoxicar ou limpar o fígado de maneira natural não é uma tarefa tão difícil, e os benefícios que podemos obter praticando as dicas e recomendações anteriores são muitos. O mais importante deles será dar uma vida útil maior e mais saudável a este órgão tão importante.
Além disso, lembre-se que uma boa saúde depende principalmente do que comemos e da forma que nos cuidamos e protegemos nosso organismo, não podemos esperar que sejamos saudáveis se comemos e fazemos o que de antemão sabemos que pode ser maléfico ao organismo.


STJ define valor de indenizações por danos morais


Tabela Indenizações - Dano Moral - STJ - Jeferson Heroico

Por muitos anos, uma dúvida pairou sobre o Judiciário e retardou o acesso de vítimas à reparação por danos morais: é possível quantificar financeiramente uma dor emocional ou um aborrecimento? A Constituição de 1988 bateu o martelo e garantiu o direito à indenização por dano moral. Desde então, magistrados de todo o país somam, dividem e multiplicam para chegar a um padrão no arbitramento das indenizações. O Superior Tribunal de Justiça tem a palavra final para esses casos e, ainda que não haja uniformidade entre os órgãos julgadores, está em busca de parâmetros para readequar as indenizações. Algumas decisões já mostram qual o valor de referência a ser tomado em casos específicos.
O assunto foi abordado em reportagem especial publicada pela Assessoria de Imprensa do STJ neste domingo (13/9). Segundo o texto, o valor do dano moral tem sido enfrentado no STJ sob a ótica de atender uma dupla função: reparar o dano para minimizar a dor da vítima e punir o ofensor, para que o fato não se repita. Como é vedado ao Tribunal reapreciar fatos e provas e interpretar cláusulas contratuais, o STJ apenas altera os valores de indenizações fixados nas instâncias locais quando se trata de quantia tanto irrisória quanto exagerada.
A dificuldade em estabelecer com exatidão a equivalência entre o dano e o ressarcimento se reflete na quantidade de processos que chegam ao STJ para debater o tema. Em 2008, foram 11.369 processos que, de alguma forma, debatiam dano moral. O número é crescente desde a década de 1990 e, nos últimos dez anos, somou 67 mil processos só no Tribunal Superior.
O ministro Luis Felipe Salomão, integrante da 4ª Turma e da 2ª Seção do STJ, é defensor de uma reforma legal em relação ao sistema recursal, para que, nas causas em que a condenação não ultrapasse 40 salários mínimos — por analogia, a alçada dos Juizados Especiais —, o recurso ao STJ seja barrado. “A lei processual deveria vedar expressamente os recursos ao STJ. Permiti-los é uma distorção em desprestígio aos tribunais locais”, critica o ministro.
Subjetividade
Quando analisa o pedido de dano moral, o juiz tem liberdade para apreciar, valorar e arbitrar a indenização dentro dos parâmetros pretendidos pelas partes. De acordo com o ministro Salomão, não há um critério legal, objetivo e tarifado para a fixação do dano moral. “Depende muito do caso concreto e da sensibilidade do julgador”, explica. “A indenização não pode ser ínfima, de modo a servir de humilhação à vítima, nem exorbitante, para não representar enriquecimento sem causa”, explica.
Para o presidente da 3ª Turma, ministro Sidnei Beneti, essa é uma das questões mais difíceis do Direito brasileiro atual. “Não é cálculo matemático. Impossível afastar um certo subjetivismo”, avalia. De acordo com o ministro Beneti, nos casos mais frequentes, considera-se, quanto à vítima, o tipo de ocorrência (morte, lesão física ou deformidade), o padecimento da própria pessoa e dos familiares, circunstâncias de fato (como a divulgação maior ou menor), e consequências psicológicas de longa duração para a vítima.
Quanto ao ofensor, considera-se a gravidade de sua conduta ofensiva, a desconsideração de sentimentos humanos no agir, suas forças econômicas e a necessidade de maior ou menor valor, para que a punição tenha efeito pedagógico e seja um desestímulo efetivo para não se repetir ofensa.
Tantos fatores para análise resultam em disparidades entre os tribunais na fixação do dano moral. É o que se chama de “jurisprudência lotérica”. O ministro Salomão explica: para um mesmo fato que afeta inúmeras vítimas, uma Câmara do Tribunal fixa um determinado valor de indenização e outra Turma julgadora arbitra, em situação envolvendo partes com situações bem assemelhadas, valor diferente. “Esse é um fator muito ruim para a credibilidade da Justiça, conspirando para a insegurança jurídica”, analisa o ministro do STJ. “A indenização não representa um bilhete premiado”, diz.
Como instância máxima de questionamentos envolvendo legalidade, o STJ definiu algumas quantias para determinados tipos de indenização. Um dos exemplos são os casos de morte dentro de escola, cujo valor de punição aplicado é de 500 salários mínimos. Quando a ação por dano moral é movida contra um ente público, cabe às turmas de Direito Público do STJ o julgamento do recurso. Seguindo o entendimento da 2ª Seção, a 2ª Turma vem fixando o valor de indenizações no limite de 300 salários mínimos. Foi o que ocorreu no julgamento do Recurso Especial 860.705, relatado pela ministra Eliana Calmon. O recurso era dos pais que, entre outros pontos, tentavam aumentar o dano moral de R$ 15 mil para 500 salários mínimos em razão da morte do filho ocorrida dentro da escola, por um disparo de arma. A 2ª Turma fixou o dano, a ser ressarcido pelo Distrito Federal, seguindo o teto padronizado pelos ministros.
O patamar, no entanto, pode variar de acordo com o dano sofrido. Em 2007, o ministro Castro Meira levou para análise, também na 2ª Turma, um recurso do estado do Amazonas, que havia sido condenado ao pagamento de R$ 350 mil à família de uma menina morta por um policial militar em serviço. Em primeira instância, a indenização havia sido fixada em cerca de 1.600 salários mínimos, mas o tribunal local reduziu o valor, destinando R$ 100 mil para cada um dos pais e R$ 50 mil para cada um dos três irmãos. O STJ manteve o valor, já que, devido às circunstâncias do caso e à ofensa sofrida pela família, não considerou o valor exorbitante nem desproporcional (REsp 932.001).
Já os incidentes que causem paraplegia na vítima motivam indenizações de até 600 salários mínimos, segundo o tribunal. A subjetividade no momento da fixação do dano moral resulta em disparidades gritantes entre os diversos Tribunais do país. Num recurso analisado pela 2ª Turma do STJ em 2004, a Procuradoria do estado do Rio Grande do Sul apresentou exemplos de julgados pelo país para corroborar sua tese de redução da indenização a que havia sido condenada.
Feito refém durante um motim, o diretor-geral do hospital penitenciário do Presídio Central de Porto Alegre acabou paraplégico em razão de ferimentos. Processou o estado e, em primeiro grau, o dano moral foi arbitrado em R$ 700 mil. O Tribunal estadual gaúcho considerou suficiente a indenização equivalente a 1.300 salários mínimos. Ocorre que, em caso semelhante — paraplegia —, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais fixou em 100 salários mínimos o dano moral. Daí o recurso ao STJ.
A 2ª Turma reduziu o dano moral devido à vítima do motim para 600 salários mínimos (Resp 604.801), mas a relatora do recurso, ministra Eliana Calmon, destacou dificuldade em chegar a uma uniformização, já que há múltiplas especificidades a serem analisadas, de acordo com os fatos e as circunstâncias de cada caso.
Passado o choque pela tragédia, é natural que as vítimas pensem no ressarcimento pelos danos e busquem isso judicialmente. Em 2002, a 3ª Turma fixou em 250 salários mínimos a indenização devida aos pais de um bebê de São Paulo morto por negligência dos responsáveis do berçário (Ag 437968). Assim foi fixado o limite de 250 salários para os casos de morte de filho no parto.
Caso semelhante foi analisado pela 2ª Turma neste ano. Por falta do correto atendimento durante e após o parto, a criança ficou com sequelas cerebrais permanentes. Nesta hipótese, a relatora, ministra Eliana Calmon, decidiu por uma indenização maior, tendo em vista o prolongamento do sofrimento.
“A morte do filho no parto, por negligência médica, embora ocasione dor indescritível aos genitores, é evidentemente menor do que o sofrimento diário dos pais que terão de cuidar, diuturnamente, do filho inválido, portador de deficiência mental irreversível, que jamais será independente ou terá a vida sonhada por aqueles que lhe deram a existência”, afirmou a ministra em seu voto. A indenização foi fixada em 500 salários mínimos (Resp 1.024.693).
O STJ reconheceu a necessidade de reparação a uma mulher que teve sua foto ao lado de um noivo publicada em jornal do Rio Grande do Norte, noticiando que se casariam. Na verdade, não era ela a noiva, pelo contrário, ele se casaria com outra pessoa. Em primeiro grau, a indenização foi fixada em R$ 30 mil, mas o Tribunal de Justiça potiguar entendeu que não existiria dano a ser ressarcido, já que uma correção teria sido publicada posteriormente. No STJ, a condenação foi restabelecida (Resp 1.053.534) a R$ 30 mil, limite então pacificado para casos de fofoca social.
Um cidadão alagoano viu uma indenização de R$ 133 mil minguar para R$ 20 mil quando um caso de protesto indevido de seu nome chegou ao STJ. Sem nunca ter sido correntista do banco que emitiu o cheque, houve protesto do título devolvido por parte da empresa que o recebeu. Banco e empresa foram condenados a pagar cem vezes o valor do cheque, de R$ 1.333. Houve recurso e a 3ª Turma reduziu a indenização. O relator, ministro Sidnei Beneti, levou em consideração que a fraude foi praticada por terceiros e que não houve demonstração de abalo ao crédito do cidadão (Resp 792.051).
Outra situação com limite pré-estabelecido é o disparo indevido de alarme antifurto nas lojas. Já noutro caso, no ano passado, a 3ª Turma manteve uma condenação no valor de R$ 7 mil por danos morais devido a um consumidor do Rio de Janeiro que sofreu constrangimento e humilhação por ter de retornar à loja para ser revistado. O alarme antifurto disparou indevidamente. Para a relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, foi razoável o patamar estabelecido pelo Tribunal local (Resp 1.042.208). Ela destacou que o valor seria, inclusive, menor do que em outros casos semelhantes que chegaram ao STJ. Em 2002, houve um precedente da 4ª Turma que fixou em R$ 15 mil indenização para caso idêntico (Resp 327.679).
Há casos, porém, que o STJ considera as indenizações indevidas. O STJ firmou jurisprudência no sentido de que não gera dano moral a simples interrupção indevida da prestação do serviço telefônico (Resp 846273), por exemplo.
Veja alguns casos já julgados pelo STJ:Tabela Indenizações - Dano Moral - STJ - Jeferson Heroico



Oficial obrigou turma de curso da PM a sentar no asfalto quente após recruta sair da fila para ir ao banheiro

Aluna saiu da fila para ir ao banheiro e oficial puniu turma
Aluna saiu da fila para ir ao banheiro e oficial puniu turma Foto: Terceiro / Divulgação

Rafael Soares
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O recruta da PM Paulo Aparecido Santos de Lima morreu na última sexta-feira, dez dias após passar mal durante um treino na semana de adaptação do curso do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap). Alunos da 5ª Companhia Alfa denunciaram que um capitão e três tenentes obrigaram a turma a sentar no asfalto quente e jogaram água gelada e areia em alguns alunos. Os relatos envolvendo excessos de oficiais, entretanto, não são novidade no Cfap: dois meses antes do treino que terminou com a morte do recruta, outro aluno denunciou, em documento arquivado na 3ª Companhia obtido pelo EXTRA, a ordem de um oficial para que a turma ficasse sentada no asfalto quente como punição.
O relato faz parte de um documento de razões de defesa (DRD) produzido no dia 11 de setembro pelo recruta para justificar o fato de ter saído do treinamento para ir ao banheiro sem autorização. O aluno afirma que, após uma hora e meia de treinamento para a formatura do curso — que aconteceria na mesma semana — pediu para ir ao banheiro. O oficial negou o pedido. Minutos depois, recruta saiu “desesperado” de forma. Quando voltou do banheiro, a turma recebeu, “como forma de punição, a determinação do oficial para se sentar no chão quente”. Ao todo, o pelotão de cem concludentes do curso ficou dez minutos sentado no pátio, “sob o intenso calor do sol da tarde”. O aluno não relata se algum recruta precisou de atendimento médico. Já no dia 12 de novembro, 33 alunos foram atendidos, sendo que 18 tiveram queimaduras nas nádegas ou nas mãos.
No fim do relato, o aluno protesta contra a prática: “Não faz parte do treinamento para a formatura de PMs, tampouco integra o rol das sanções previstas no Regimento a exigência de ‘sentar no chão quente’ ou ‘sentar no chão sob forte calor do sol’”.
Procurada, a PM não se posicionou sobre o caso nem informou se o treinamento será investigado. Em entrevista ao EXTRA no dia 18 de novembro, quando foi diagnosticada a morte cerebral do recruta, o comandante do Cfap, coronel Nélio Monteiro, afirmou que não tinha conhecimentos de outros casos de excessos.
— Já formei mais de 7 mil alunos do Cfap. Até hoje, nunca houve relatos de excessos. O dia 12 foi atípico.



Enterro do recruta PM Paulo Aparecido Santos de Lima no cemitério de Engenheiro Pedreira
Enterro do recruta PM Paulo Aparecido Santos de Lima no cemitério de Engenheiro Pedreira Foto: AlexandroAuler / Extra

Outros casos investigados
Um outro caso de suposto excesso por parte de oficiais no Cfap está sendo investigado pela Auditoria de Justiça Militar do Ministério Público estadual. Na tarde de 31 de janeiro de 2011, Alessandra Vasconcellos, então aluna da 4ª Companhia, lesionou a cabeça e a coluna num dos exercícios do primeiro dia de adaptação do curso. De acordo com investigação da própria unidade, Alessandra recebeu a seguinte ordem do tenente Eugênio de Freitas Soares: “Pula, Fem!”. “Mergulhei no lago e bati a cabeça em uma pedra”, disse ela, em depoimento.
O oficial afirmou que, “para os alunos que não alcançassem as metas, era ordenado que entrassem no laguinho”. O tenente disse que o exercício era uma “forma de adestramento e também aliviava o calor do dia”. Alunos que testemunharam a cena contaram que tinham conhecimento de que o lago era sujo.
No dia 9 de outubro, a promotoria pediu informações sobre o estado de saúde da soldado. Procurada pelo EXTRA, ela não quis falar.
Outras unidades também são investigadas por excessos: em depoimento na 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar, o sargento Sergio Luziet Crescencio afirmou que, durante treinamento do curso de formação do Batalhão de Choque (BPChq), em maio de 2012, foi asfixiado por um tenente. Sergio não chegou a concluir o curso:
— Temi pela minha vida — disse ao EXTRA.


Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/oficial-obrigou-turma-de-curso-da-pm-sentar-no-asfalto-quente-apos-recruta-sair-da-fila-para-ir-ao-banheiro-10869904.html#ixzz2lgjp5B00


23/11/2013

Vídeo russo que fez o mundo chorar

Quanto lhe for possível, não deixe de fazer o bem a quem dele precisa
(Provérbios 3:27).





Campanha contra a violência a mulher será levada à escolas
Para a ministra Eleonora Menicucci, é fundamental que o foco da campanha seja voltado para crianças e adolescentes
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 A segunda fase dacampanha de combate à violência contra a mulher foi lançada nessa sexta-feira, 22. A nova etapa irá focar naconscientização de crianças de adolescentes. Serão divulgados dois videoclipes musicais em escolas: um gravado por artistas e outro por crianças. O objetivo é informar os jovens sobre os altos índices de violência doméstica.
 A ministra Eleonora Menicucci, titular da pasta, considerou fundamental que o foco dessa campanha seja voltado para crianças e adolescentes. “Com ela [a campanha] eu tenho certeza de que conseguiremos mudar valores e cultura que são impregnados nas crianças que passam a achar até natural a violência contra as mulheres. Por outro lado, eu tenho certeza que essa campanha nas escolas vai mudar definitivamente essa cultura”.
 A campanha vai promover ações em todo o território nacionalno ano de 2014 para conscientizar os cidadãos e diminuir o número de mortes de mulheres no Brasil.
 De acordo com estatísticas divulgadas pela Redeh, a cada duas horas, uma mulher é assassinada no país; 30% das mulheres já sofreram algum tipo de violência doméstica; e, a cada dois minutos, cinco mulheres são violentamente agredidas. Em 2012, 50.617 casos de estupro foram registrados.
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22/11/2013 Fonte: Subsecretaria de Imprensa
http://meriti.rj.gov.br/homologa2/noticias/view/prefeitura-de-meriti-oferece-implante-dent--rio-gratuito-para-popula----o

Prefeitura de Meriti oferece implante dentário gratuito para população

Prefeitura de Meriti oferece implante dentário gratuito para população

Município é o primeiro na Baixada Fluminense com o serviço
A Prefeitura de São João de Meriti, por meio da secretaria de Saúde, começou a realizar nesta sexta-feira, 22 de novembro, implantes dentários gratuitos para a população. Três pacientes receberam os implantes dentários parciais – um serviço pioneiro na Baixada Fluminense. A iniciativa é uma parceria do Governo Federal com o município, na qual serão realizados entre 50 a 100 implantes ao mês. Durante a primeira triagem realizada em Meriti, houve a identificação de 300 pacientes que já estão sendo agendados para realização do procedimento.
A primeira meritiense a ser beneficiada com o implante foi Adélia Pereira, de 57 anos, moradora de Jardim Meriti. Ela realizou o serviço na parte inferior da boca e, mesmo anestesiada, era só sorrisos. “Tudo vai mudar agora na minha vida. Sou uma pessoa feliz, mas depois da cirurgia minha autoestima, minha mastigação e qualidade de vida vão aumentar de uma forma maravilhosa”, conta Adélia, que complementa dizendo que não sabe como faria o serviço na rede particular, pois o implante de um dente custa por volta de R$ 6 mil.

Os pacientes com necessidade de implantes devem procurar a unidade básica de saúde mais próxima e passar pela avaliação do especialista. Depois do exame clínico e radiológico, caso a caso, o paciente será encaminhado para o Centro de Especialidade Odontológica (CEO) que validará o procedimento. “Foi tudo muito rápido e parece um sonho”, comemora Adélia.
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21/02/2013

4 maneiras de estudar menos e aprender mais.


Para aprender mais você não precisa passar horas em cima dos livros. Confira 4 dicas úteis que vão ajudá-lo a aproveitar mais seus estudos em menos tempo 


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Crédito: Shutterstock.com
Invista tempo desenvolvendo maneiras personalizadas de armazenar esse tipo de informação

Se você é do tipo que entra em desespero a cada prova que se aproxima, talvez seus métodos de estudo não sejam tão eficientes.Passar horas lendo e relendo conteúdos não vai fazer com que você aprenda o que precisa pouco tempo antes da prova. Para que você seja eficiente nos seus estudos, é fundamental que você aprenda tudo da primeira vez. Mas, como fazer isso? Confira 4 maneira simples.


 4 maneiras de estudar menos e aprender mais: 1. Encontre as falhas
Para aprender mais em menos tempo você precisa encontrar quais são as suas falhas. Procure identificar aquilo que você tem mais dificuldade em realizar. Você tem problemas com números? Datas? Fórmulas? Faça uma avaliação honesta e criteriosa a respeito das suas maiores dificuldades.

 4 maneiras de estudar menos e aprender mais: 2. Fortaleça os pontos fracos
Invista tempo desenvolvendo maneiras personalizadas de armazenar esse tipo de informação. Podem ser músicas, acrósticos, cores, o que funcionar melhor para você. Pratique diversas vezes até que esse método se torne comum para você. Dessa maneira você fará instintivamente das próximas vezes que estiver aprendendo.

 4 maneiras de estudar menos e aprender mais: 3. Cheque o seu entendimento
Para um aprendizado eficiente você deve garantir que está entendendo exatamente o que está sendo ensinado. Não caia no erro de achar que entendeu. Certifique-se exatamente daquilo que os professores, livros e tutores querem dizer. Não tenha medo de perguntar mais de uma vez.

 4 maneiras de estudar menos e aprender mais: 4. Teste a si mesmo.
Você só vai saber se está alcançando os resultados desejados com testes. Portanto, peça aos amigos que testem os seus conhecimentos. Dessa maneira você vai se sentir mais seguro ao usar o método na vida real.
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